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	<title>RESULTAX</title>
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	<description>Contabilidade e Consultoria</description>
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		<title>Holding Imobiliária e a Reforma Tributária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 05:47:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Lei Complementar 214/2025, que regulamenta a Reforma Tributária, trouxe mudanças significativas para o setor imobiliário. Com a introdução de novos tributos e alterações na base de cálculo das operações, torna-se essencial reavaliar a viabilidade das holdings imobiliárias como instrumento de planejamento tributário. Nova Estrutura de Tributação Até então, as receitas de locação e venda [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong>Lei Complementar 214/2025</strong>, que regulamenta a <strong>Reforma Tributária</strong>, trouxe mudanças significativas para o setor imobiliário. Com a introdução de novos tributos e alterações na base de cálculo das operações, torna-se essencial reavaliar a viabilidade das <strong>holdings</strong> <strong>imobiliárias </strong>como instrumento de planejamento tributário.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong><br>Nova Estrutura de Tributação<br></strong></p>



<p>Até então, as receitas de locação e venda de imóveis eram tributadas exclusivamente por tributos federais, como <strong>PIS, COFINS, IRPJ e CSLL</strong>. Com a Reforma Tributária, essas operações passam a estar sujeitas a dois novos tributos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)</strong> – Substitui o PIS e a COFINS, mantendo a arrecadação na esfera federal.</li>



<li><strong>IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)</strong> – Substitui o ICMS e o ISS, sendo de competência estadual e municipal.</li>
</ul>



<p><br>Essa mudança representa um aumento potencial da carga tributária sobre as operações imobiliárias, que passam a ser tributadas não apenas na esfera federal, mas também por estados e municípios.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong><br>Alíquotas Aplicáveis</strong></p>



<p><br>A alíquota total combinada de <strong>CBS e IBS </strong>está estimada em <strong>26,5%</strong>. No entanto, a LC 214/2025 prevê reduções para algumas atividades do setor imobiliário:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Receita de locação:</strong> Redução de <strong>70%</strong>, resultando em uma alíquota efetiva de<strong> 7,95%</strong>.</li>



<li><strong>Venda de imóveis:</strong> Redução de <strong>50%</strong>, resultando em uma alíquota efetiva de <strong>13,25%</strong>.</li>
</ul>



<p><br>Além disso, foram instituídos mecanismos de<strong> redução da base de cálculo</strong>, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Redutor de ajuste</strong> – Permite deduzir o <strong>custo de aquisição do imóvel e o valor do ITBI</strong>, reduzindo a base de cálculo do IBS e da CBS nas operações de venda.</li>



<li><strong>Redutor social</strong> – Prevê a dedução de <strong>R$ 100.000 para imóveis novos, R$ 30.000 para lotes residenciais e R$ 600 para locações residenciais</strong>, valores que serão atualizados mensalmente pelo <strong>IPCA</strong>.</li>
</ul>



<p class="has-medium-font-size"><strong><br>Regime de Transição para Contratos Anteriores</strong></p>



<p>A LC 214/2025 estabelece um regime de transição para contratos firmados antes da sua publicação:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Locações residenciais</strong> – Durante o período de transição, as receitas de locação firmadas antes da LC 214 continuarão sujeitas a uma alíquota reduzida de <strong>3,65%</strong> até <strong>31/12/2028</strong> ou até o término do contrato.</li>



<li><strong>Locações comerciais</strong> – O regime de transição será aplicável até o fim do prazo contratual, desde que os contratos tenham sido firmados antes da publicação da LC 214 e registrados em cartório até <strong>31/12/2025</strong>.</li>
</ul>



<p><br>Diante disso, recomenda-se que os contribuintes que possuem contratos em vigor avaliem a necessidade de <strong>registrá-los em cartório</strong> ou <strong>apresentá-los à Receita Federal e ao Comitê Gestor do IBS</strong>, conforme regulamentação futura.</p>



<p><strong><br>Impacto para Pessoas Físicas</strong></p>



<p><br>A nova legislação também altera as regras para tributação de <strong>pessoas físicas que realizam operações imobiliárias</strong>. Aquelas que atenderem a determinados critérios passarão a ser tratadas como <strong>contribuintes regulares do IBS e CBS</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Locação de <strong>mais de três imóveis</strong>, com receita anual superior a <strong>R$ 240.00</strong>0.</li>



<li>Venda de <strong>mais de três imóveis distintos</strong> no mesmo ano.</li>



<li>Venda de <strong>mais de um imóvel construído pelo próprio alienante nos cinco anos<br>anteriores à venda</strong>.</li>
</ul>



<p><br>A intenção do legislador foi <strong>desestimular a utilização de pessoas físicas para operações imobiliárias de grande porte </strong>sem a constituição de pessoa jurídica. No entanto, pequenos locadores e vendedores ocasionais <strong>continuam isentos</strong> desses tributos.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong><br>Considerações Finais</strong></p>



<p><br>A <strong>Reforma Tributária </strong>representa uma mudança profunda no cenário fiscal das holdings imobiliárias e exige <strong>planejamento estratégico por parte dos investidores e empresários do setor. </strong>A correta estruturação jurídica e tributária será fundamental para garantir a <strong>continuidade das operações com eficiência fiscal</strong> e segurança jurídica.</p>



<p><br>Diante desse novo cenário, é recomendável que <strong>empresas e investidores imobiliários revisem seus modelos operacionais</strong> e busquem <strong>assessoria especializada</strong> para avaliar os impactos das novas regras e identificar as melhores estratégias para adaptação ao novo regime tributário.</p>



<p><br>Para mais informações ou para discutir o impacto da Reforma Tributária no seu negócio, entre em contato com nossos especialistas.</p>



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<p><br>Esperamos seu feedback nos comentários e que você volte sempre para conferir mais informações para crescer seu negócio.</p>



<p></p>
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		<title>Reforma Tributária no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 05:47:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[A Reforma Tributária do Consumo foi oficialmente regulamentada pela Lei Complementar nº 214/2025, marcando uma transformação significativa na estrutura de tributação do Brasil. O novo modelo substitui tributos atuais por um sistema de IVA dual, buscando maior simplicidade, transparência e neutralidade. Por meio do Imposto sobre Valor Agregado (IVA dual), será estabelecido a rede de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Reforma Tributária do Consumo foi oficialmente regulamentada pela Lei Complementar nº 214/2025, marcando uma transformação significativa na estrutura de tributação do Brasil. O novo modelo substitui tributos atuais por um sistema de IVA dual, buscando maior simplicidade, transparência e neutralidade.<br><br>Por meio do Imposto sobre Valor Agregado (IVA dual), será estabelecido a rede de impostos sobre o consumo do Brasil. No modelo dual, se tornando em IBS e CBS/IS, substituindo os atuais impostos (ICMS, ISS, PIS, COFINS e IPI).</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong><br>Tributos Impactados</strong></p>



<p><br>A principal mudança da reforma é a substituição de diversos tributos por dois novos impostos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>IBS (Imposto sobre Bens e Serviços): </strong>substitui ICMS (estadual) e ISS (municipal), de competência dos estados e municípios.</li>



<li><strong>CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços): </strong>substitui PIS e COFINS, de competência União.</li>



<li><strong>Imposto Seletivo (IS):</strong> substituirá parte da arrecadação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e incide sobre bens e serviços rejudiciais à saúde e ao meio ambiente, como bebidas alcoólicas, cigarros e veículos.</li>
</ul>



<p class="has-medium-font-size"><strong>Cronologia da Transição</strong></p>



<p><br>A transição para o novo sistema será gradual, conforme o seguinte cronograma:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>2026: Entrada “teste” do IBS (0,1%) e da CBS (0,9%), com possibilidade de compensação de PIS/COFINS.</li>



<li>2027: CBS substitui definitivamente PIS e COFINS. Redução a zero do IPI (exceto na Zona Franca de Manaus). Início da cobrança do Imposto Seletivo.</li>



<li>2029: Redução progressiva do ICMS e ISS. Crescimento gradual da alíquota do IBS.</li>



<li>2033: Novo sistema tributário plenamente implementado, com extinção completa dos tributos antigos.</li>
</ul>



<p class="has-medium-font-size"><strong><br>Alíquotas IBS/CBS</strong></p>



<p><br>A LC nº 214/2025 prevê a alíquota de referência máxima prevista na de 26,5%, apesar da estimativa do Ministério da Fazenda em torno de 28%.<br><br>A alíquota padrão de referência para o IBS é de 17,7%, mas a legislação permite flexibilidade, proporcionando aos Estados a autonomia para ajustar suas alíquotas conforme necessidades locais, observados certos limites. Já a alíquota de referência para a CBS é de 8,8%.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong><br>Imposto Seletivo (IS)</strong></p>



<p><br>O Imposto Seletivo (IS), de competência federal, substituirá parte da arrecadação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O principal objetivo do IS é desencorajar o consumo de bens e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, aumentando a carga tributária sobre esses produtos.</p>



<p><br>Os produtos que pagarão o IS incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cigarros;</li>



<li>Bebidas alcoólicas;</li>



<li>Pesticidas;</li>



<li>Bebidas e alimentos com alto teor de açúcar;</li>



<li>Produtos prejudiciais ao meio ambiente;</li>



<li>Veículos poluentes (incluindo carros elétricos).</li>
</ul>



<p class="has-medium-font-size"><strong><br>Simples Nacional</strong></p>



<p><br>Apesar da substituição dos tributos, a sistemática de pagamento unificado de tributos das empresas optantes pelo SIMPLES NACIONAL está mantida. Contudo, em razão da chamada “não cumulatividade plena”, haverá a necessidade um planejamento tributário para confirmar se a opção por esse regime é a mais viável.<br><br>Nós da Resultax estaremos atentos aos próximos para orientar nossos, que terão seus processos fortemente impactados, pois haverá necessidade de adaptação da formação de preços, sistemas de gestão, controles e definição de estratégias. Conte conosco!!!</p>



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		<title>Monitoramento de Movimentação Financeira Pela RFB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 05:47:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Tem sido bastante noticiado que, a partir de 01/01/2025, a Receita Federal do Brasil (RFB) irá monitorar movimentações financeiras de pessoas físicas e jurídicas. A forma como essa informação vem sendo veiculada faz parecer que se trata de algo novo, mas não é. Em 17/09/2024, foi publicada a IN RFB 2.219, que entrou em vigor [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Tem sido bastante noticiado que, a partir de 01/01/2025, a Receita Federal do Brasil (RFB) irá monitorar movimentações financeiras de pessoas físicas e jurídicas. A forma como essa informação vem sendo veiculada faz parecer que se trata de algo novo, mas não é.<br><br>Em 17/09/2024, foi publicada a IN RFB 2.219, <strong>que entrou em vigor em 01/01/2025</strong>, contudo nem tudo que está contido nela é novidade. Na verdade, apenas a menor parte.<br><br>Desde 2003, com a criação da DECRED (Declaração de Operações com Cartões de Crédito) pela IN SRF 503, a RFB já recebia informações consolidadas sobre movimentações de <strong>cartões de crédito</strong>, de pessoas físicas e jurídicas, de valores a partir de R$ 5.000,00 e R$ 15.000,00, respectivamente.<br><br>Em 2010, com a IN RFB 811, foi instituída a DIMOF (Declaração de Movimentação Financeira) e, posteriormente, criada a e-Financeira, por meio da IN RFB 1.571/2015. Em ambas a obrigatoriedade de prestação de informações financeiras já havia sido instituída.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong><br>Mas o que mudou, afinal?</strong></p>



<p>A IN RFB 2.219/2024 extinguiu a DECRED e passou a exigir, em uma única obrigação (e-Financeira), as informações referentes a operações bancárias, inclusive PIX, e de cartão de crédito.<br><br>Contudo, a principal mudança refere-se a quem deve prestar essas informações. Foram incluídas nesse rol as empresas autorizadas pelo Banco Central a oferecer serviços financeiros relacionados a pagamentos, plataformas e aplicativos de pagamentos, bancos virtuais, além de varejistas e atacadistas de grande porte, a exemplo de lojas de departamentos, de venda de eletrodomésticos.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong><br>Quais informações são prestadas na e-Financeira?</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Informações cadastrais dos clientes;</li>



<li><strong>Saldos e montantes globais</strong> mensalmente movimentados em contas bancárias, aplicações, fundos, bolsa de valores, seguros, consórcios etc.</li>
</ul>



<p class="has-medium-font-size"><strong><br>Quais informações NÃO são prestadas na e-Financeira?</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Informações individualizadas de operações realizadas;<br>Qualquer elemento que permita identificar <strong>a origem ou o destino</strong> dos recursos (Artigo 12 da IN 2.219/2024).</li>
</ul>



<p class="has-medium-font-size"><strong><br>Quem DEVE se preocupar com esse monitoramento?</strong></p>



<p><br>Pessoas físicas e empresas que possuam movimentações financeiras informais, que não estejam devidamente documentadas, sem tratamento tributário adequado e sem estarem reportadas na Declaração de IR ou obrigações acessórias, podem ser alvo de procedimento fiscal pela RFB a partir desse monitoramento, e, caso alguma infração seja identificada, haverá autuação fiscal acrescida de multa de, pelo menos, 75% sobre o imposto apurado.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong><br>Quem NÃO DEVE se preocupar com esse monitoramento?</strong></p>



<p><br>A simples transação de valores acima dos limites estabelecidos no monitoramento pela RFB não são, por si só, motivos de preocupação. Estando as operações financeiras aderentes aos aspectos tributários e declaradas ao Fisco Federal, quando couber, as chances de autuação são mínimas. Nesse contexto, é importante ficar sempre atento ao tratamento tributário adequado a todas as operações financeiras realizadas, especialmente em relação ao ingresso de recursos em contas bancárias.</p>



<p></p>



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